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31a mostra internacional de cinema de são paulo - filme # 3: savage grace
quando decidi assistir a este filme, tinha tomado a decisão de não assistir a alguns que tinha selecionado mas que entrarão em circuito nos próximos meses, poupando energia e tempo em filas. assim, acabei encontrando opções menos concorridas que se mostraram grandes surpresas, como savage grace. pra começar, é sempre bom ver um filme com julianne moore - se bem que ela andou fazendo umas bombas por aí, mas não é o caso. trata-se da história real da disfuncional família baekeland, focando principalmente na relação peculiar e por fim incestuosa de barbara (moore) e seu filho tony (eddie redmayne, praticamente um clone do roger waters), desde o nascimento deste até seus vinte e poucos anos. os baekeland eram uma família boa vida, vivendo às custas do dinheiro que o marido/pai brooks (stephen dillane) herdara, migrando por cidades na inglaterra, frança, espanha e eua. quando brooks abandona a família, barbara, que sempre teve um comportamento errático, começa a surtar, e tony tenta ajuda-la, fazendo com que o pai volte, entre outras coisas. mas no fim ele é quem acaba surtando... daí pra frente não conto mais nada. só digo que o mais interessante do filme são as belas locações e a reprodução de cada época, conforme os anos passam - inclusive na caracterização dos personagens. gostei, mas dei só nota 3 (bom) quando saí da sala.
quando decidi assistir a este filme, tinha tomado a decisão de não assistir a alguns que tinha selecionado mas que entrarão em circuito nos próximos meses, poupando energia e tempo em filas. assim, acabei encontrando opções menos concorridas que se mostraram grandes surpresas, como savage grace. pra começar, é sempre bom ver um filme com julianne moore - se bem que ela andou fazendo umas bombas por aí, mas não é o caso. trata-se da história real da disfuncional família baekeland, focando principalmente na relação peculiar e por fim incestuosa de barbara (moore) e seu filho tony (eddie redmayne, praticamente um clone do roger waters), desde o nascimento deste até seus vinte e poucos anos. os baekeland eram uma família boa vida, vivendo às custas do dinheiro que o marido/pai brooks (stephen dillane) herdara, migrando por cidades na inglaterra, frança, espanha e eua. quando brooks abandona a família, barbara, que sempre teve um comportamento errático, começa a surtar, e tony tenta ajuda-la, fazendo com que o pai volte, entre outras coisas. mas no fim ele é quem acaba surtando... daí pra frente não conto mais nada. só digo que o mais interessante do filme são as belas locações e a reprodução de cada época, conforme os anos passam - inclusive na caracterização dos personagens. gostei, mas dei só nota 3 (bom) quando saí da sala.


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